Livreto | Missa de Promessa do Dirigente Vasco Vieira


SEMANÁRIO LITÚRGICO
TERÇA-FEIRA DA SEMANA SANTA
COM PROMESSAS DO AGRUPAMENTO DE ESCUTEIROS
01 HABBLET

31/03/26 - Ano A
Cor: Roxa



RITOS INICIAIS

Entrada

1. Reunido o povo, o sacerdote dirige-se com os ministros ao altar, enquanto se executa o canto de entrada.

QUEM É QUE FEZ O MUNDO?
QUEM INVENTOU O SABOR DA MAÇÃ?
QUEM É QUE PINTOU AS ESTRELAS?
QUEM LEVANTA O SOL PELA MANHÃ?
QUEM É QUE FAZ BATER AS ONDAS?
QUEM FAZ AS ÁRVORES CRESCER?
QUEM É QUE INVENTOU A ÁGUA?
E ME FAZ A MIM VIVER?

TUDO ISTO ME É DADO,
MESMO SEM EU O MERECER!
SE NÃO O RECEBO COMO DOM
NUNCA O SABEREI AGRADECER!
QUANTAS VEZES BATE O CORAÇÃO,
SEM NUNCA DEPENDER DE MIM?
QUEM É QUE SOU EU PARA TI,
PARA GOSTARES DE MIM ASSIM?

QUEM É QUE INVENTOU A VIDA?
QUEM É QUE VESTIU AS FLORES?
QUEM ENCENA O PÔR-DO-SOL?
QUEM É QUE INVENTOU AS CORES?

TUDO ISTO ME É DADO,
MESMO SEM EU O MERECER!
SE NÃO O RECEBO COMO DOM
NUNCA O SABEREI AGRADECER!
QUANTAS VEZES BATE O CORAÇÃO,
SEM NUNCA DEPENDER DE MIM?
QUEM É QUE SOU EU PARA TI,
PARA GOSTARES DE MIM ASSIM?

QUEM É QUE FAZ GIRAR A TERRA?
QUEM É QUE ENCHEU O MAR?
QUEM PINTOU DE AZUL O CÉU?
QUEM FOI O PRIMEIRO A AMAR?

TUDO ISTO ME É DADO,
MESMO SEM EU O MERECER!
SE NÃO O RECEBO COMO DOM
NUNCA O SABEREI AGRADECER!
QUANTAS VEZES BATE O CORAÇÃO,
SEM NUNCA DEPENDER DE MIM?
QUEM É QUE SOU EU PARA TI,
PARA GOSTARES DE MIM ASSIM?

Se não houver cântico de entrada, diz-se a Antífona de Entrada:
Um ramo brotará da raiz de Jessé; a glória do Senhor encherá a terra inteira, e toda criatura verá a salvação de Deus. (Cf. Is 11, 1; 40, 5; Lc 3, 6)

Chegando ao altar, faz com os ministros uma profunda inclinação, beija o altar em sinal de veneração e, se for oportuno, incensa a cruz e o altar. Depois se dirige com os ministros à cadeira.

Saudação

Terminado o canto de entrada, o sacerdote e os fiéis, todos de pé, fazem o sinal da cruz, enquanto o sacerdote, voltado para o povo, diz:
℣. Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
O povo responde:
℟. Amém.

2. Em seguida, o sacerdote, abrindo os braços, saúda o povo:
℣. O Deus da esperança, que nos cumula de toda alegria e paz em nossa fé, pela ação do Espírito Santo, esteja convosco.
O povo responde:
℟. Bendito seja Deus, que nos reuniu no amor de Cristo.

3. O sacerdote, o diácono ou outro ministro, poderá, com brevíssimas palavras, introduzir os fiéis na Missa do dia.

Ato Penitencial

6. O sacerdote convida os fiéis ao ato penitencial:
℣. No início desta celebração eucarística, peçamos a conversão do coração, fonte de reconciliação e comunhão com Deus e com os irmãos e irmãs.
Após um momento de silêncio, o sacerdote diz:
℣. Tende compaixão de nós, Senhor.
O povo:
℟. Porque somos pecadores.
O sacerdote:
℣. Manifestai, Senhor, a vossa misericórdia.
O povo:
℟. E dai-nos a vossa salvação.
7. Segue-se a absolvição sacerdotal:
℣. Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
O povo responde:
℟. Amém.

7. Seguem as invocações Senhor, tende piedade de nós (Kýrie, eléison), caso já não tenham ocorrido no ato penitencial.
℣.  Senhor, tende piedade de nós.
℟. Senhor, tende piedade de nós.

℣. Cristo, tende piedade de nós.
℟. Cristo, tende piedade de nós.

℣.  Senhor, tende piedade de nós.
℟. Senhor, tende piedade de nós.

Ou faça-se com canto:
PERDOA SENHOR O NOSSO DIA
A AUSÊNCIA DE GESTOS CORAJOSOS
A FRAQUEZA DOS ACTOS CONSENTIDOS
A VIDA NOS MOMENTOS MAL AMADOS

PERDOA O ESPAÇO QUE TE NÃO DEMOS
PERDOA PORQUE NÃO NOS LIBERTÁMOS
PERDOA AS CORRENTES QUE PUSEMOS
EM TI, SENHOR, PORQUE NÃO OUSÁMOS

CONTUDO FAZ-NOS SENTIR
PERDOAR É ESQUECER A ANTIGA GUERRA
E PARTINDO RECOMEÇAR DE NOVO
COMO O SOL QUE SEMPRE BEIJA A TERRA

Oração Coleta

8. Terminado o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:
℣. Oremos.
E todos oram com o sacerdote, por algum tempo, em silêncio.
Então o sacerdote, de braços abertos, profere a oração Coleta:
Deus todo-poderoso e eterno, concedei-nos a graça de celebrar dignamente os mistérios da paixão do Senhor, para merecermos alcançar o vosso perdão. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.
o povo aclama:
℟. Amém.

LITURGIA DA PALAVRA

Primeira Leitura
(Is 49, 1-6)

10. O leitor dirige-se ao ambão e proclama a primeira leitura, que todos ouvem sentados.

Leitura do Livro de Isaías 

Terras de Além-Mar, escutai-me; povos de longe, prestai atenção. O Senhor chamou-me desde o ventre materno, disse o meu nome desde o seio de minha mãe. Fez da minha boca uma espada afiada, abrigou-me à sombra da sua mão. Tornou-me semelhante a uma seta aguda, guardou-me na sua aljava. E disse-me: «Tu és o meu servo, Israel, por quem manifestarei a minha glória». E eu dizia: «Cansei-me inutilmente, em vão e por nada gastei as minhas forças». Mas o meu direito está no Senhor e a minha recompensa está no meu Deus. E agora o Senhor falou-me, Ele que me formou desde o seio materno, para fazer de mim o seu servo, a fim de Lhe restaurar as tribos de Jacob e reconduzir os sobreviventes de Israel. Eu tenho merecimento diante do Senhor e Deus é a minha força. Ele disse-me então: «Não basta que sejas meu servo, para restaurares as tribos de Jacob e reconduzires os sobreviventes de Israel. Farei de ti a luz das nações, para que a minha salvação chegue até aos confins da terra».

Para indicar o fim da leitura, o leitor aclama:
Palavra do Senhor.
Todos respondem:
℟. Graças a Deus.

Salmo Responsorial
Sl 70 (71)

11. O salmista ou o cantor canta ou recita o salmo, e o povo, o refrão.

—  A minha boca proclamará a vossa salvação.
℟.  A minha boca proclamará a vossa salvação.

— Em Vós, Senhor, me refugio, jamais serei confundido. Pela vossa justiça, defendei-me e salvai-me, prestai ouvidos e libertai-me.
℟.  A minha boca proclamará a vossa salvação.

— Sede para mim um refúgio seguro, a fortaleza da minha salvação. Vós sois a minha defesa e o meu refúgio: meu Deus, salvai-me do pecador.
℟.  A minha boca proclamará a vossa salvação.

— Sois Vós, Senhor, a minha esperança, a minha confiança desde a juventude. Desde o nascimento Vós me sustentais, desde o seio materno sois o meu protetor. 
℟.  A minha boca proclamará a vossa salvação.

 A minha boca proclamará a vossa justiça, dia após dia a vossa infinita salvação. Desde a juventude Vós me ensinais e até hoje anunciei sempre os vossos prodígios.
℟.  A minha boca proclamará a vossa salvação.

Aclamação

13. Segue a aclamação ou outro canto estabelecido pelas rubricas, conforme o tempo litúrgico.

CRISTO OBEDECEU ATÉ À MORTE
ATÉ À MORTE, E MORTE DE CRUZ
POR ISSO DEUS O EXALTOU!
POR ISSO DEUS O EXALTOU!

14. Enquanto isso, o sacerdote, quando se usa incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono, que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se profundamente diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:
Dá-me a tua bênção.
O sacerdote diz em voz baixa:
O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios, para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho ✠ e do Espírito Santo.
O diácono faz o sinal da cruz e responde:
Amém.

Se não houver diácono, o sacerdote, inclinando-se diante do altar, reza em silêncio:
Ó Deus todo-poderoso, purificai-me o coração e os lábios, para que eu possa anunciar dignamente o vosso santo Evangelho.

Evangelho
( Jo 13, 21-33.36-38)

15. O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e velas, e diz:
℣. O Senhor esteja convosco.
O povo responde: 
℟. Ele está no meio de nós.

O diácono ou o sacerdote diz:
℣. Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São João
E, enquanto isso, faz o sinal da cruz sobre o livro e, depois, sobre si mesmo, na fronte, na boca e no peito.
O povo aclama:
℟. Glória a vós, Senhor.

Então o diácono ou o sacerdote, se for o caso, incensa o livro, e proclama o Evangelho.
Naquele tempo, estando Jesus à mesa com os discípulos, sentiu-Se intimamente perturbado e declarou: «Em verdade, em verdade vos digo: Um de vós Me entregará». Os discípulos olhavam uns para os outros, sem saberem de quem falava. Um dos discípulos, o predileto de Jesus, estava à mesa, mesmo a seu lado. Simão Pedro fez-lhe sinal e disse: «Pergunta-Lhe a quem Se refere». Ele inclinou-Se sobre o peito de Jesus e perguntou-Lhe: «Quem é, Senhor?» Jesus respondeu: «É aquele a quem vou dar este bocado de pão molhado». E, molhando o pão, deu-o a Judas Iscariotes, filho de Simão. Naquele momento, depois de engolir o pão, Satanás entrou nele. Disse-lhe Jesus: «O que tens a fazer, fá-lo depressa». Mas nenhum dos que estavam à mesa compreendeu porque lhe disse tal coisa. Como Judas era quem tinha a bolsa comum, alguns pensavam que Jesus lhe tinha dito: «Vai comprar o que precisamos para a festa»; ou então, que desse alguma esmola aos pobres. Judas recebeu o bocado de pão e saiu imediatamente. Era noite. Depois de ele sair, Jesus disse: «Agora foi glorificado o Filho do homem e Deus foi glorificado n’Ele. Se Deus foi glorificado n’Ele, também Deus O glorificará em Si mesmo e glorificá-l’O-á sem demora. Meus filhos, é por pouco tempo que ainda estou convosco. Haveis de procurar-Me e, assim como disse aos judeus, também agora vos digo: não podeis ir para onde Eu vou». Perguntou-Lhe Simão Pedro: «Para onde vais, Senhor?». Jesus respondeu: «Para onde Eu vou, não podes tu seguir-Me por agora; seguir-Me-ás depois». Disse-Lhe Pedro: «Senhor, por que motivo não posso seguir-Te agora? Eu darei a vida por Ti». Disse-Lhe Jesus: «Darás a vida por Mim? Em verdade, em verdade te digo: Não cantará o galo, sem que Me tenhas negado três vezes».

16. Terminado o Evangelho, o diácono ou o sacerdote aclama:
℣. Palavra da Salvação.
Todos respondem:
℟. Glória a vós, Senhor.

Depois beija o livro, dizendo em silêncio:
Pelas palavras do santo Evangelho sejam perdoados os nossos pecados.

Homilia

17. Em seguida, faz-se a homilia, que compete ao sacerdote ou diácono; ela é obrigatória em todos domingos e festas de preceito e recomendada também nos outros dias.

CELEBRAÇÃO DAS PROMESSAS

Promessa do Dirigente

O pároco saúda e apresenta à comunidade o novo chefe que, na ocasião, representa todo o CNE, e está acompanhado do Assistente.
℣. Chefe, está aqui presente este nosso irmão que deseja tomar-se Dirigente do CNE.
℟. Será  digno da missão que se propõe assumir?
℣. Pelas provas que tem  dado, assim o creio.

Todos os presentes:
℟. Graças a Deus!

℟. Conheces bem a missão que te será confiada como Dirigente do CNE?

Candidato: Sim.
- Que assuma e viva a Lei e os Princípios do Escutismo;
- Que me entregue dedicadamente aos jovens;
- Que esteja firmemente convencido do valor do CNE para a formação cristã dos jovens;
- Que esteja disposto a empenhar-me na minha própria formação cristã e escutista;
- Que dê testemunho de vida de fé e de espírito de serviço, segundo o Evangelho de Jesus Cristo;
- Que procure agir com firmeza, perseverança, prudência e caridade;
- Que ocupe o meu lugar de apóstolo na comunidade cristã a que pertenço.

℣.  E assumes (assumis) esta missão também como tarefa evangelizadora que te (vos) é confiada pela comunidade de que faz parte este Agrupamento?

Candidato: Sim, como pede o meu Baptismo.

℣. Tens (tendes), então, bem presente o que é o CNE.
Cand: Sim. É um Movimento da Igreja Católica para a formação integral da juventude, cujos Estatutos e Regulamentos prometo cumprir fielmente, com a graça de Deus.

℣.  E qual a divisa a que te (vos) submetes (submeteis)?
Cand: Sempre Alerta para Servir.

℣.  Pois bem, que Deus te ajude. Tomando como testemunha da tua palavra Nossa Senhora Mãe dos Escutas, S. Jorge, S. Nuno e São Pedro, podes fazer a Promessa.

O candidato coloca a mão esquerda sobre o livro da Palavra de Deus que assenta sobre as bandeiras e faz o sinal escutista (saudação), com a mão direita, dizendo
Dirigente: Prometo, pela minha honra e com a graça de Deus, fazer todo o possível por:
- Cumprir os meus deveres para com Deus, a Igreja e a Pátria;
- Auxiliar o meu semelhante em todas as circunstâncias;
- Obedecer à Lei do Escuta e desempenhar o melhor que puder as obrigações da missão que me é confiada.

O Pároco segurando na mão um dos lenços, diz: 
℣. Recebe este lenço como sinal da decisão de assumires o teu compromisso baptismal, como educador e evangelizador no Escutismo Católico Habbletiano.
E Entregando a insígnia diz: 
Aceito-te como irmão. Unidos na mesma fé e no abraço da Fraternidade Escutista, serviremos Deus, a Igreja e a Pátria nos nossos irmãos mais novos.

Cumprimenta o(s) novo(s) Dirigente(s) e diz:
Desde este momento, fazes parte da grande família dos dirigentes do CNE.

Segue-se o cântico.
MINHA PROMESSA ATENDE, MEU DEUS, DEUS MEU
E SOBRE MIM ESTENDE O MANTO TEU

EU TE AMO E QUERO AMAR CADA VEZ MAIS
NÃO DEIXES DE ESCUTAR, SENHOR, MEUS AIS.

JURO SEGUIR TEUS PASSOS COMO CRISTÃO
E DEPÔR EM TEUS BRAÇOS MEU CORAÇÃO

EU TE AMO E QUERO AMAR CADA VEZ MAIS
NÃO DEIXES DE ESCUTAR, SENHOR, MEUS AIS.


ORAÇÃO UNIVERSAL

℣. Irmãs e irmãos: Recordámos hoje alguns dos últimos acontecimentos que precederam a morte de Jesus. Peçamos ao Pai que nos ensine a rezar com eles, dizendo:
R. Pai santo, sede Vós a nossa luz.

1. Pela Igreja, Esposa de Cristo e nossa Mãe, para que celebre com os sentimentos do Senhor, a Ceia que Ele celebrou com os discípulos, oremos. 

2. Por todos aqueles que são amigos de Jesus, para que estejam sempre com Ele nas horas más e nenhum venha a traí-l’O e a entregá-l’O, oremos. 

3. Pelos que estão prontos a dar por Ele a própria vida, para que não confiem em si mesmos, mas em Deus, e Lhe peçam para ser dignos do amor de Cristo, oremos. 

4. Pelos que são chamados, como o Servo do Senhor, a anunciar a salvação aos que andam longe, para que sejam sal da terra e luz do mundo, oremos. 

5. Pelos que participam do mesmo Pão do Céu e não vivem na comunhão da caridade, para que se deixem transformar por Jesus Cristo, oremos. 

℣. Deus Pai, não olheis aos nossos pecados, mas ao perfeito amor do vosso Filho e dai-nos o que Ele nos alcançou na sua Paixão. Por Cristo, nosso Senhor.
R. Amén.


LITURGIA EUCARÍSTICA

Ofertório

21. Inicia-se o canto da preparação das oferendas, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice, a pala e o Missal.

NÃO DEIXES CAIR TEUS OLHOS,
NEM TE DEIXES ENGANAR.
OLHA DE FRENTE OS ESCOLHOS,
OLHA, PODES ENCALHAR.

É URGENTE ESTAR ATENTO,
VER PARA ONDE CORRE A MARÉ.
VER DONDE SOPRA O VENTO,
NÃO VÁS TU PERDER O PÉ.

BP É QUEM NOS DIZ OH, OH,
IMPELE A TUA PRÓPRIA CANOA
SE QUERES MESMO SER FELIZ.
NÃO TE DEIXES IR À TOA,
IMPELE A TUA PRÓPRIA CANOA,
IMPELE A TUA PRÓPRIA CANOA.

A VIDA NÃO É DESERTO,
NÃO QUEIRAS FICAR NO CAIS.
BP É RUMO CERTO,
DECIDE TU AONDE VAIS,
NÃO QUEIRAS FICAR NO CAIS.

BP É QUEM NOS DIZ OH, OH,
IMPELE A TUA PRÓPRIA CANOA
SE QUERES MESMO SER FELIZ.
NÃO TE DEIXES IR À TOA,
IMPELE A TUA PRÓPRIA CANOA,
IMPELE A TUA PRÓPRIA CANOA.

22. Convém que os fiéis expressem sua participação trazendo uma oferenda, seja pão e vinho para a celebração da Eucaristia, seja outro donativo para auxílio da comunidade e dos pobres.

23. O sacerdote, de pé junto ao altar, recebe a patena com o pão em suas mãos e, levantando-a um pouco sobre o altar, diz em silêncio:
Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo pão que recebemos de vossa bondade, fruto da terra e do trabalho humano, que agora vos apresentamos, e para nós se vai tornar pão da vida.
Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal.
Se o canto da preparação das oferendas não continuar, o sacerdote poderá recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:
Bendito seja Deus para sempre!

24. O diácono ou o sacerdote coloca vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio:
Pelo mistério desta água e deste vinho possamos participar da divindade do vosso Filho, que se dignou assumir a nossa humanidade.

25. Em seguida, o sacerdote recebe o cálice em suas mãos e, elevando-o um pouco sobre o altar, diz em silêncio:
Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho que recebemos de vossa bondade, fruto da videira e do trabalho humano, que agora vos apresentamos, e para nós se vai tornar vinho da salvação.
Coloca o cálice sobre o corporal.
Se o canto da preparação das oferendas não continuar, o sacerdote poderá recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:
Bendito seja Deus para sempre!

26. Em seguida o sacerdote, profundamente inclinado, reza em silêncio:
De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor, acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos agrade, Senhor, nosso Deus.

27. E, se for oportuno, incensa as oferendas, a cruz e o altar. Depois, o diácono ou outro ministro incensa o sacerdote e o povo.

28. Em seguida, o sacerdote, de pé ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:
Lavai-me, Senhor, de minhas faltar e purificai-me do meu pecado.

Convite à Oração

29. Estando, depois, no meio do altar a voltado para o povo, o sacerdote estende e une as mãos e diz:
℣. Orai, irmãos, para que o meu e vosso sacrifício seja aceite por Deus Pai todo-poderoso.
O povo se levanta e responde:
℟. Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a sua santa Igreja.

Oração sobre as Oferendas

30. Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote profere a oração sobre as oferendas; 
Senhor, o mesmo Espírito Santo que com seu poder fecundou o seio de Maria, santifique estas oferendas, colocadas sobre o vosso altar. Por Cristo, nosso Senhor.
Ao terminar, o povo aclama:
℟. Amém.

ORAÇÃO EUCARÍSTICA

Prefácio: II da Paixão do Senhor A vitória da Paixão

35. Este prefácio deve ser usado no Advento, até o dia 16 de dezembro, em todas as Missas que não têm um prefácio próprio.
℣. O Senhor esteja convosco.
℟. Ele está no meio de nós.

℣. Corações ao alto.
℟. O nosso coração está em Deus.

℣. Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
℟. É nosso dever e nossa salvação.

Senhor, Pai santo, Deus eterno e omnipotente, é verdadeiramente nosso dever, é nossa salvação dar-Vos graças, sempre e em toda a parte, por nosso Senhor Jesus Cristo. Aproximam-se os dias solenes da paixão salvadora e da ressurreição gloriosa, em que é vencida a iniquidade da antiga serpente e se renova o mistério da nossa redenção. Por isso, a multidão dos anjos adora a vossa majestade e exulta eternamente na vossa presença. Permiti que nos associemos às suas vozes, cantando com alegria:

SANTO, SANTO É O SENHOR!
SENHOR DEUS DO UNIVERSO!
O CÉU E A TERRA PROCLAMAM,
A VOSSA GLÓRIA!

O CÉU E A TERRA PROCLAMAM A VOSSA GLÓRIA.
HOSSANA NAS ALTURAS!
BENDITO O QUE VEM, EM NOME DO SENHOR.
HOSSANA NAS ALTURAS!

SANTO, SANTO É O SENHOR!
SENHOR DEUS DO UNIVERSO!
O CÉU E A TERRA PROCLAMAM,
A VOSSA GLÓRIA!

Oração Eucarística I da Reconciliação

O sacerdote, de braços abertos, continua: 
℣. Vós, Senhor, sois verdadeiramente santo, e, desde a origem do mundo, tudo fazeis para ajudar o homem a ser santo como Vós sois santo.
Junta as mãos e, estendendo-as sobre as oblatas, diz: 
Olhai para o vosso povo aqui reunido e enviai o vosso Espírito Santo,
Junta as mãos e traça o sinal da cruz sobre o pão e sobre o cálice, dizendo:
a fim de que estes dons se convertam para nós no Corpo + e Sangue do vosso amado Filho, Jesus Cristo, no qual também nós somos vossos filhos. 
Junta as mãos.

Nas fórmulas que se seguem, as palavras do Senhor devem pronunciar-se clara e distintamente, como o requer a natureza das mesmas palavras. 
℣. Quando estávamos perdidos, incapazes de nos aproximarmos de Vós, destes-nos a maior prova do vosso amor: o vosso Filho, o único Justo, entregou-Se nas nossas mãos, deixando-Se pregar numa cruz. Mas, antes de estender os braços entre o céu e a terra, como sinal indelével da vossa aliança, quis celebrar a Páscoa com os seus discípulos. 
Toma o pão e, sustentando-o um pouco elevado sobre o altar, continua: 
Durante a Ceia, tomou o pão, dando graças Vos bendisse, partiu-o e deu-lhos.
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a sobre a patena e genuflete em adoração. 

Depois, continua: 
℣. De igual modo, no fim da Ceia, sabendo que ia reconciliar em Si todas as coisas, pelo sangue derramado na cruz,
Toma o cálice e, sustentando-o um pouco elevado sobre o altar, continua:
tomou o cálice com vinho, e, de novo, dando-Vos graças, entregou-o aos seus discípulos.
Mostra ao povo o cálice, coloca-o sobre o corporal e genuflete em adoração.

Em seguida, diz: 
℣. Mistério da fé! 
O povo aclama, dizendo: 
℟. Anunciamos, Senhor, a vossa morte, proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus! 

Em seguida, o sacerdote, de braços abertos, diz: 
℣. Celebrando o memorial da morte e ressurreição de Cristo, nossa Páscoa e nossa paz, enquanto esperamos o feliz dia da sua vinda gloriosa, nós Vos oferecemos, Deus fiel e verdadeiro, este sacrifício que reconcilia convosco todos os homens. 

℣. Olhai com bondade, Senhor, para esta família que chamais à comunhão convosco, na participação do único sacrifício do vosso Filho, de modo que, pelo poder do Espírito Santo, vencidas todas as divisões e discórdias, sejamos reunidos, em Cristo, num só corpo.

℣. Conservai-nos unidos uns aos outros de alma e coração, com o nosso papa António. Ajudai-nos a preparar a vinda do vosso reino, até comparecermos diante de Vós, santos entre os santos na vossa morada celeste, com a Virgem santa Maria e os apóstolos, e os nossos irmãos defuntos, que recomendamos à vossa misericórdia, para que, na nova criação, finalmente libertos da corrupção da morte, possamos cantar sem fim o hino da ação de graças de Cristo, vosso Filho, eternamente vivo e glorioso. 
Junta as mãos. 

Toma o cálice e a patena com a hóstia e, elevando-os, diz: 
℣. Por Cristo, com Cristo, em Cristo, a Vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda a honra e toda a glória, por todos os séculos dos séculos. 
O povo aclama: 
℟. Amen.

RITO DA COMUNHÃO

Oração do Senhor

124. Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz, de mãos unidas:
℣. Em comunhão com toda a Igreja, ousamos dizer: 
O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia nos dai hoje; perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido; e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.

125. O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
℣. Livrai-nos de todo o mal, Senhor, e dai ao mundo a paz em nossos dias, para que, ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e de toda a perturbação, enquanto esperamos a vinda gloriosa de Jesus Cristo nosso Salvador.
O sacerdote une as mãos.
O povo conclui a oração, aclamando:
℟. Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre.

126. O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
℣. Senhor Jesus Cristo, que dissestes aos vossos apóstolos: Deixo-vos a paz, dou-vos a minha paz: não olheis aos nossos pecados, mas à fé da vossa Igreja, e dai-lhe a união e a paz, segundo a vossa vontade, 
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós que viveis e reinais pelos séculos dos séculos.
O povo responde:
℟. Amém.

127. O sacerdote, voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
A paz do Senhor esteja sempre convosco.
O povo responde:
℟. O amor de Cristo nos uniu.

Cordeiro de Deus
129. Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio:
Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber, nos faça participar da vida eterna.

130. Enquanto isso, canta-se ou recita-se:
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.

Ou faça-se cantado:

CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
TEM PIEDADE DE NÓS, SENHOR, TEM PIEDADE DE NÓS.

CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
TEM PIEDADE DE NÓS, SENHOR, TEM PIEDADE DE NÓS.

CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
DAI-NOS A TUA PAZ, SENHOR! DAI-NOS A TUA PAZ!
DAI-NOS A TUA PAZ, SENHOR! DAI-NOS A TUA PAZ!

Essas palavras podem ser repetidas ainda mais vezes, se a fração do pão se prolongar. Contudo, na última vez se diz: dai-nos a paz.

131. Em seguida, o sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:
Senhor Jesus Cristo, Filho do Deus vivo, que, cumprindo a vontade do Pai e agindo com o Espírito Santo, pela vossa morte destes vida ao mundo, livrai-me por este vosso santíssimo Corpo e Sangue dos meus pecados e de todo mal; dai-me cumprir sempre a vossa vontade e jamais separar-me de vós.
Ou:
Senhor Jesus Cristo, vosso Corpo e vosso Sangue, que vou receber, não se tornem causa de juízo e condenação; mas, por vossa bondade, sejam proteção e remédio para minha vida.

132. O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia na mão e, elevando-a um pouco sobre a patena ou sobre o cálice, diz em voz alta, voltado para o povo:
Felizes os convidados para o banquete do Reino dos céus. Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
E acrescenta, com o povo, uma só vez:
℟. Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.

Comunhão

133. O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:
O Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna.
E reverentemente comunga o Corpo de Cristo.

Depois, segura o cálice e reza em silêncio:
O Sangue de Cristo me guarde para a vida eterna.
E reverentemente comunga o Sangue de Cristo.

134. Em seguida, toma a patena ou o cibório, aproxima-se dos que vão comungar e mostra a hóstia um pouco elevada a cada um deles, dizendo:
O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
Amém.
E comunga.

O diácono ou o ministro extraordinário da distribuição da sagrada Comunhão, o distribuir a sagrada Comunhão, procede do mesmo modo.

GEROU HISTÓRIA NUMA PÁGINA EM BRANCO
DO LIVRO DA VIDA QUE O VENTO ARRANCOU
AVIVOU EM MEMÓRIAS ESQUECIDAS
O GESTO DE AMOR PELO QUAL UM DIA SE ENTREGOU
FEZ DA PALAVRA ELOS DE TERNURA
E ACAMPOU NO CORAÇÃO DO HOMEM
NO ROSTO CANSADO, AMOR E DOÇURA
E NO SEU SER O DESEJO DE GERAR A PAZ
 
DE ESPIGAS DE TRIGO ELE FEZ O PÃO
DE CACHOS DE UVAS O VINHO CRIOU
O SEU CORPO DADO EM COMUNHÃO
E O SANGUE QUE O HOMEM DERRAMOU 
FEZ DA COMUNHÃO PARTICIPAÇÃO
MOSTROU-NOS TRAÇOS DE FRATERNIDADE
NUMA CEIA ETERNA PLENA DE UNIÃO
FEZ DO CHÃO, PÃO E VINHO DE SOLIDARIEDADE

FOI CRIANÇA, O MENDIGO, A ESPERANÇA
E DOOU-SE À HUMANIDADE
FEZ DA ENTREGA E DO AMOR, ALIANÇA
E FOI CHÃO DE SOLIDARIEDADE.
NOS PRADOS VERDES E PELAS CIDADES
O SEU GESTO É HOJE LEMBRADO
O REINO DE DEUS JÁ É REALIDADE
E A EUCARISTIA É CHÃO DE SOLIDARIEDADE

DE ESPIGAS DE TRIGO ELE FEZ O PÃO
DE CACHOS DE UVAS O VINHO CRIOU
O SEU CORPO DADO EM COMUNHÃO
E O SANGUE QUE O HOMEM DERRAMOU 
FEZ DA COMUNHÃO PARTICIPAÇÃO
MOSTROU-NOS TRAÇOS DE FRATERNIDADE
NUMA CEIA ETERNA PLENA DE UNIÃO
FEZ DO CHÃO, PÃO E VINHO DE SOLIDARIEDADE

Se não houver cântico de comunhão, diz-se a Antífona de Comunhão:
Eis que uma virgem conceberá e dará à luz um filho; e lhe porá o nome de Emanuel. (Is 7, 14)

135. Se houver Comunhão sob as duas espécies, observe-se o rito prescrito na Instrução Geral sobre o Missal Romano, n. 281-287.

136. Enquanto o sacerdote comunga o Corpo de Cristo, inicia-se o canto da Comunhão.

137. Terminada a Comunhão, o sacerdote, o diácono ou  o acólito purifica a patena e o cálice.

Ação de Graças

Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:
Fazei, Senhor, que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que esta dádiva temporal se transforme para nós em remédio eterno.

138. Então o sacerdote pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar algum tempo de silêncio sagrado ou preferir um salmo ou outro cântico de louvor.

Oração depois da Comunhão

9. Terminado o momento de ação de graças, todos se levantam e o celebrante diz:
℣. Oremos.
E todos oram com o sacerdote, por algum tempo, em silêncio.
Então o sacerdote, de braços abertos, profere a oração depois da comunhão; 
Senhor, que nos saciais com os vossos dons sagrados, concedei-nos, por este sacramento com que nos alimentais na vida presente, a comunhão convosco na vida eterna. Por Cristo nosso Senhor.
Ao terminar, o povo aclama:
℟. Amém.

RITOS FINAIS

Bênção sobre o povo

140. Se necessário, fazem-se breves comunicados ao povo.

141. Em seguida, faz-se a despedida. O sacerdote, voltado para o povo, abre os braços e diz:
℣. O Senhor esteja convosco.
O povo responde: 
℟. Ele está no meio de nós.

O diácono ou o próprio sacerdote, diz:
Inclinai-vos para receber a bênção.

E o celebrante de mãos estendidas, diz:
℣. OSenhor nosso Deus, favorecei com a vossa misericórdia, o povo que Vos é consagrado, para que, livre de toda a mancha do antigo pecado, progrida sempre na vida nova da santidade. Por Cristo nosso Senhor.
O povo responde: 
℟. Amém.

O sacerdote abençoa o povo, dizendo:
℣. Abençoe-vos Deus todo-poderoso, Pai e Filho ✠ e Espírito Santo.
O povo responde: 
℟. Amém.

144. Depois, o diácono ou o próprio sacerdote diz ao povo, de mãos unidas:
℣. A alegria do Senhor seja a vossa força; ide em paz e o Senhor vos acompanhe.
O povo responde:
℟. Graças a Deus.

145. Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita com os ministros a devida reverência, retira-se.

146. Caso ocorra ainda alguma ação litúrgica, omite-se o rito de despedida.
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