Livreto | Ordenação Diaconal


ORDENAÇÃO DIACONAL DO
SEMINARISTA VASCO ARNS VIEIRA
IGREJA MATRIZ DE SÃO PEDRO

12/04/2026 | 17h
Cor Litúrgica: Dourado

RITOS INICIAIS

Reunido o povo, o sacerdote dirige-se ao altar com os ministros, durante o canto de entrada.
 
CANTO

1. JÁ SE OUVEM NOSSOS PASSOS A CHEGAR,
JÁ SE OUVEM NOSSAS VOZES DE ALEGRIA
NESTE DIA QUE É UMA BENÇÃO PARA A IGREJA REUNIDA,
JESUS CRISTO NOS CONGREGA E FAZ IRMÃOS.

COMO SÃO BELOS OS PÉS QUE ANUNCIAM A PAZ
E AS MÃOS QUE REPARTEM O PÃO.
NA REFEIÇÃO DO CORDEIRO, DA PALAVRA, VINHO E PÃO
SOMOS O POVO DE DEUS EM COMUNHÃO

2. TODOS VÓS QUE TENDES SEDE, 
VINDE BEBER DA FONTE DA VERDADE.
SACIAI A VOSSA FOME, SEM PAGAR VINHO NEM PÃO.

3. JÁ SE MUDAM NOSSOS CORAÇÕES DE PEDRA
PELA FORÇA DO ESPÍRITO DE DEUS.
JÁ VENCEMOS AS BARREIRAS QUE DESTROIEM A HARMONIA,
JESUS CRISTO NOS CONGREGA E FAZ IRMÃOS.

4. VINDE TODOS QUE SOIS POBRES, 
INJUSTIÇADOS, SEM TECTO OU SEM PÃO.
VINDE SER FRATERNIDADE, GERAR O CRISTO, FAZER LIBERTAÇÃO.

5. VÃO MORRER OS NOSSOS MEDOS DE SER LIVRES.
JÁ CALARAM TANTAS VOZES DERROTISTAS,
JÁ PARTIMOS AO ENCONTRO DESSA TERRA PROMETIDA,
JESUS CRISTO NOS CONGREGA E FAZ IRMÃOS.

Antífona da entrada
Como crianças recém-nascidas, desejai o leite espiritual, que vos fará crescer e progredir no caminho da salvação. Aleluia. (1Pd 2, 2)
Ou então:
Exultai de alegria, cantai hinos de glória. Dai graças a Deus, que vos chamou ao reino eterno. Aleluia. (Cf. 4Esd 2, 36-37)

Chegando ao altar, faz com os ministros uma profunda inclinação, beija o altar em sinal de veneração e, se for oportuno, incensa a cruz e o altar. Depois se dirige com os ministros à cadeira.

SAUDAÇÃO

Terminado o canto de entrada, o sacerdote e os fiéis, todos de pé, fazem o sinal da cruz, enquanto o sacerdote, voltado para o povo, diz:
Pres.: Em nome do Pai e do Filho  ✠ e do Espírito Santo.
Ass.: Amén.

2. Em seguida, o bispo, abrindo os braços, saúda o povo:
Pres.: O Deus da vida, que ressuscitou Jesus Cristo, destruindo as cadeias da morte, esteja convosco.
E o povo responde:
Ass.: Bendito seja Deus, que nos reuniu no amor de Cristo.

3. O sacerdote, o diácono ou outro ministro, poderá, com brevíssimas palavras, introduzir os fiéis na Missa do dia.

ASPERSÃO

4. O sacerdote exorta o povo à oração, dizendo estas palavras ou outras semelhantes:
Pres.: Invoquemos, irmãos caríssimos, a Deus Pai, para que este rito de aspersão reavive em nós a graça do Batismo, por meio do qual participamos na morte redentora de Cristo, a fim de ressuscitar com Ele para a vida nova.

Após breve oração em silêncio, diz e o povo responde:
Pres.: Deus criador, que, na água e no Espírito, destes forma e imagem ao homem e ao universo:
Ass.: Purificai e abençoai a vossa Igreja.

Pres.: Cristo, que, do vosso lado aberto na cruz, fizestes brotar os sacramentos da salvação:
Ass.: Purificai e abençoai a vossa Igreja.

Pres.: Espírito Santo, que, da fonte batismal da Igreja, nos fizestes renascer como novas criaturas:
Ass.: Purificai e abençoai a vossa Igreja.
 
Depois, de mãos juntas, o sacerdote diz: 
Pres.: Deus de infinita santidade, que reunis a vossa Igreja, esposa e corpo do Senhor, no dia memorial da ressurreição, abençoai o vosso povo e reavivai em nós, por meio desta água, a memória da Páscoa e a graça do Batismo. Por Cristo nosso Senhor.
O povo responde:
Ass.: Amen.

O sacerdote toma o hissope, asperge-se a si mesmo e, depois, os ministros, o clero e os fiéis. Se parecer conveniente, pode passar pela igreja para a aspersão dos fiéis.

Enquanto asperge o povo, canta-se:

CANTO

VI A ÁGUA QUE SAIA DO LADO DO TEMPLO, ALELUIA!
E TODOS AQUELES A QUEM ESTA ÁGUA CHEGOU  
FORAM SALVOS E CANTAM, ALELUIA!

Terminada a aspersão, de braços abertos, o sacerdote diz:
Pres.: Deus todo-poderoso nos purifique do pecado e, pela celebração da Eucaristia, nos torne dignos de participar na mesa do seu reino, pelos séculos dos séculos.
O povo responde:
Ass.: Amém.

Em seguida, omitido o Senhor, tende piedade (Kýrie eléison), diz-se o hino Glória, quando está prescrito para a Missa.


HINO DE LOUVOR

8. Quando for prescrito, canta-se ou recita-se em seguida o hino, tocam-se os sinos. 

GLÓRIA, GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS.
GLÓRIA, GLÓRIA A DEUS E PAZ NA TERRA
AOS HOMENS POR ELE AMADOS.
GLÓRIA, GLÓRIA A DEUS!

SENHOR DEUS, REI DOS CÉUS,
DEUS PAI TODO-PODEROSO:
NÓS VOS LOUVAMOS, NÓS VOS BENDIZEMOS,
NÓS VOS ADORAMOS, NÓS VOS GLORIFICAMOS,
NÓS VOS DAMOS GRAÇAS, POR VOSSA IMENSA GLÓRIA. 

SENHOR JESUS CRISTO, FILHO UNIGÉNITO,
SENHOR DEUS, CORDEIRO DE DEUS,
FILHO DE DEUS NOSSO PAI.
VÓS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
TENDE PIEDADE DE NÓS;
VÓS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
ACOLHEI A NOSSA SÚPLICA;
VÓS QUE ESTAIS À DIREITA DO PAI,
TENDE PIEDADE DE NÓS.

SÓ VÓS SOIS OS SANTO, SÓ VÓS O SENHOR,
SÓ VÓS O ALTÍSSIMO, JESUS CRISTO;
COM O ESPÍRITO SANTO,
NA GLÓRIA DE DEUS NOSSO PAI. ÁMEN.

COLETA

Terminado o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:
Pres.: Oremos.
E todos oram em silêncio, por algum tempo. Então o sacerdote, abrindo os braços, reza a oração:
Pres.: Deus de eterna misericórdia, que reanimais a fé do vosso povo na celebração anual das festas pascais, aumentai em nós os dons da vossa graça, para compreendermos melhor as riquezas inesgotáveis do Batismo com que fomos purificados, do Espírito em que fomos renovados e do Sangue com que fomos redimidos. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.
Ass.: Amém.

LITURGIA DA PALAVRA

PRIMEIRA LEITURA
At 2, 42-47

Todos os que abraçavam a fé 
viviam unidos e colocavam tudo em comum.

10. O leitor dirige-se ao ambão e proclama a primeira leitura, que todos ouvem sentados. 

Leitura dos Atos dos Apóstolos

Os irmãos eram assíduos ao ensino dos Apóstolos, à comunhão fraterna, à fração do pão e às orações. Perante os inumeráveis prodígios e milagres realizados pelos Apóstolos, toda a gente se enchia de temor. Todos os que haviam abraçado a fé viviam unidos e tinham tudo em comum. Vendiam propriedades e bens e distribuíam o dinheiro por todos, conforme as necessidades de cada um. Todos os dias frequentavam o templo, como se tivessem uma só alma, e partiam o pão em suas casas; tomavam o alimento com alegria e simplicidade de coração, louvando a Deus e gozando da simpatia de todo o povo. E o Senhor aumentava todos os dias o número dos que deviam salvar-se.

Para indicar o fim da leitura, o leitor aclama:
Leitor: Palavra do Senhor.
E todos respondem:
Ass.: Graças a Deus.

SALMO RESPONSORIAL

11. O salmista ou o cantor canta ou recita o salmo, e o povo, o refrão.

— ACLAMAI O SENHOR, PORQUE ELE É BOM:
— O SEU AMOR É PARA SEMPRE.

— DIGA A CASA DE ISRAEL:
— É ETERNA A SUA MISERICÓRDIA.
— DIGA A CASA DE AARÃO:
— É ETERNA A SUA MISERICÓRDIA.
— DIGAM OS QUE TEMEM O SENHOR:
— É ETERNA A SUA MISERICÓRDIA.

— EMPURRARAM-ME PARA CAIR,
— MAS O SENHOR ME AMPAROU.
— O SENHOR É A MINHA FORTALEZA E A MINHA GLÓRIA,
— FOI ELE O MEU SALVADOR.
— GRITOS DE JÚBILO E DE VITÓRIA NAS TENDAS DOS JUSTOS:
— A MÃO DO SENHOR FEZ PRODÍGIOS.

— A PEDRA QUE OS CONSTRUTORES REJEITARAM
— TORNOU-SE PEDRA ANGULAR.
— TUDO ISTO VEIO DO SENHOR:
— É ADMIRÁVEL AOS NOSSOS OLHOS.
— ESTE É O DIA QUE O SENHOR FEZ:
— EXULTEMOS E CANTEMOS DE ALEGRIA.

SEGUNDA LEITURA
1Pd 1, 3-9

Isto é motivo de alegria para vós.

12. Se houver uma segunda leitura, o leitor proclama do ambão, como descrito acima.

Leitura da Primeira Epístola de São Pedro

Bendito seja Deus, Pai de Nosso Senhor Jesus Cristo, que, na sua grande misericórdia, nos fez renascer, pela ressurreição de Jesus Cristo de entre os mortos, para uma esperança viva, para uma herança que não se corrompe, nem se mancha, nem desaparece. Esta herança está reservada nos Céus para vós que pelo poder de Deus sois guardados, mediante a fé, para a salvação que se vai revelar nos últimos tempos. Isto vos enche de alegria, embora vos seja preciso ainda, por pouco tempo, passar por diversas provações, para que a prova a que é submetida a vossa fé – muito mais preciosa que o ouro perecível, que se prova pelo fogo – seja digna de louvor, glória e honra, quando Jesus Cristo Se manifestar. Sem O terdes visto, vós O amais; sem O ver ainda, acreditais n’Ele. E isto é para vós fonte de uma alegria inefável e gloriosa, porque conseguis o fim da vossa fé: a salvação das vossas almas.

Consoante o fim de uma das leituras, para indicar o fim, o leitor aclama:
Leitor: Palavra do Senhor.
E todos respondem:
Ass.: Graças a Deus.

CANTO

13. Segue o Aleluia ou outro canto estabelecido pelas rubricas, conforme o tempo litúrgico.
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA, 
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA!

1. ACREDITASTE, TOMÉ, PORQUE ME VISTE. 
FELIZES OS QUE CRERAM SEM TER VISTO.

14. Enquanto isso, o sacerdote, quando se usa incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono, que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se profundamente diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:
℣.: Dá-me a tua bênção.
O sacerdote diz em voz baixa:
Pres.: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios, para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
O diácono faz o sinal da cruz e responde:
℣.: Amém.

Se não houver diácono, o sacerdote, inclinando-se diante do altar, reza em silêncio:
Ó Deus todo-poderoso, purificai-me o coração e os lábios, para que eu possa anunciar dignamente o vosso santo Evangelho.

EVANGELHO
 Jo 20, 19-31

“A paz esteja convosco. 
Como o Pai me enviou, também eu vos envio”.

15. O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e velas, e diz:
℣.: O Senhor esteja convosco.
Ass.: Ele está no meio de nós.

O diácono ou o sacerdote diz, e, enquanto isso, faz o sinal da cruz sobre o livro e, depois, sobre si mesmo, na fronte, na boca e no peito.
℣.: Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São João
Ass.: Glória a vós, Senhor.

Então o diácono ou o sacerdote, se for o caso, incensa o livro, e proclama o Evangelho.
℣.: Na tarde daquele dia, o primeiro da semana, estando fechadas as portas da casa onde os discípulos se encontravam, com medo dos judeus, veio Jesus, apresentou-Se no meio deles e disse-lhes: «A paz esteja convosco». Dito isto, mostrou-lhes as mãos e o lado. Os discípulos ficaram cheios de alegria ao verem o Senhor. Jesus disse-lhes de novo: «A paz esteja convosco. Assim como o Pai Me enviou, também Eu vos envio a vós». Dito isto, soprou sobre eles e disse-lhes: «Recebei o Espírito Santo: àqueles a quem perdoardes os pecados ser-lhes-ão perdoados; e àqueles a quem os retiverdes ser-lhes-ão retidos». Tomé, um dos Doze, chamado Dídimo, não estava com eles quando veio Jesus. Disseram-lhe os outros discípulos: «Vimos o Senhor». Mas ele respondeu-lhes: «Se não vir nas suas mãos o sinal dos cravos, se não meter o dedo no lugar dos cravos e a mão no seu lado, não acreditarei». Oito dias depois, estavam os discípulos outra vez em casa e Tomé com eles. Veio Jesus, estando as portas fechadas, apresentou-Se no meio deles e disse: «A paz esteja convosco». Depois disse a Tomé: «Põe aqui o teu dedo e vê as minhas mãos; aproxima a tua mão e mete-a no meu lado; e não sejas incrédulo, mas crente». Tomé respondeu-Lhe: «Meu Senhor e meu Deus!». Disse-lhe Jesus: «Porque Me viste acreditaste: felizes os que acreditam sem terem visto». Muitos outros milagres fez Jesus na presença dos seus discípulos, que não estão escritos neste livro. Estes, porém, foram escritos para acreditardes que Jesus é o Messias, o Filho de Deus, e para que, acreditando, tenhais a vida em seu nome.

16. Terminado o Evangelho, o diácono ou o sacerdote aclama:
℣.: Palavra da Salvação.
Ass.: Glória a vós, Senhor.

Depois beija o livro, dizendo em silêncio:
Pelas palavras do santo Evangelho sejam perdoados os nossos pecados.

ORDENAÇÃO DIACONAL

Após a leitura do Evangelho, o diácono coloca de novo reverentemente sobre o altar o livro dos Evangelhos, que aí ficará até ao momento de ser entregue ao Ordenado.

Dá-se então início à Ordenação do diácono. O Bispo aproxima-se, se for necessário, da sede preparada para a Ordenação, e faz-se a apresentação do candidato.

ELEIÇÃO DO CANDIDATO 

O ministro convoca o ordinando, dizendo: 
℣.: Aproxime-se o que vai ser ordenado diácono. 

E logo diz o nome dele; este, ao ser chamado, responde: 
Eleito: Presente. 
E aproxima-se do Bispo, ao qual faz reverência.

Quando o ordinando já estiver diante do Bispo, o presbítero designado pelo Bispo diz: 
℣.: Reverendíssimo Padre: pede a Santa Mãe Igreja que ordeneis este nosso irmão para o ministério do diaconado. 

O Bispo interroga-o, dizendo: 
Pres.: Sabeis se ele é digno? 

Aquele responde: 
℣.: Segundo o testemunho do povo cristão e o parecer dos responsáveis que o apresentam, atesto que foi considerado digno. 

O Bispo: 
Pres.: Com o auxílio de Deus e de Jesus Cristo nosso Salvador, escolhemos este nosso irmão para a Ordem dos diáconos.
Todos dizem: 
Ass.:Graças a Deus. 

Pode expressar-se o assentimento à eleição por outra forma, como se indica nos Preliminares Gerais n. 11.

HOMILIA

17. Em seguida, faz-se a homilia, que compete ao sacerdote ou diácono; ela é obrigatória em todos domingos e festas de preceito e recomendada também nos outros dias.

PROMESSA DO ELEITO

Terminada a homilia, o eleito levanta-se, ele só, e fica de pé diante do Bispo, que o interroga com estas palavras: 
Pres.: Filho caríssimo: Antes de seres admitido à Ordem dos diáconos, deves manifestar diante do povo o propósito de receber este ministério. Queres consagrar-te ao serviço da Igreja pela imposição das minhas mãos e pelo dom do Espírito Santo? 
O eleito responde: 
Eleito: Sim, quero. 

O Bispo: 
Pres.: Queres exercer o ministério de diácono, com humilde caridade, para auxílio da Ordem sacerdotal e para maior bem do povo cristão? 
O eleito: 
Eleito: Sim, quero. 

O Bispo: 
Pres.: Queres guardar o mistério da fé em consciência pura, como diz o Apóstolo, e proclamar esta fé, por palavras e obras, conforme o Evangelho e a tradição da Igreja? 
O eleito: 
Eleito: Sim, quero. 

O Bispo: 
Pres.: Queres guardar e aumentar o espírito de oração próprio do teu modo de viver, e, neste espírito, celebrar fielmente a Liturgia das Horas, segundo a tua condição, juntamente com o povo de Deus e por ele, e ainda por todo o mundo? 
O eleito: 
Eleito: Sim, quero. 

O Bispo: 
Pres.: Queres imitar sempre em tua vida o exemplo de Cristo, a cujo Corpo e Sangue servirás no altar? 
O eleito: 
Eleito: Sim, quero, com a ajuda de Deus. 

Seguidamente, o eleito aproxima-se do Bispo e, ajoelhado diante dele, põe as mãos juntas entre as mãos do Bispo, a não ser que, de acordo com os Preliminares Gerais n. 11, outra coisa seja estabelecida.

Se não for o Ordinário do eleito, o Bispo diz:
Pres.: Prometes ao teu Ordinário reverência e obediência? 
O eleito: 
Eleito: Prometo.

Em todos os casos o Bispo conclui: 
Pres.: Queira Deus consumar o bem que em ti começou. 

SÚPLICA LITÂNICA

Em seguida todos se levantam.  O Bispo depõe a mitra, e de pé, de mãos juntas, voltado para o povo, convida à oração:
Pres.: Oremos, irmãos caríssimos, a Deus Pai todo-poderoso, para que derrame a graça da sua bênção sobre este seu servo que Se dignou escolher para a sagrada Ordem do diaconado. 

Então, o eleito prostra-se  e cantam-se as ladainhas, respondendo todos, de pé, nos domingos e durante o tempo pascal, e de joelhos, nos outros dias. 

Neste caso um ministro, diz: 
Ajoelhemos. 

Nas ladainhas podem intercalar-se, na devida altura, alguns nomes de Santos, por ex., do Padroeiro, do Titular da igreja, do Fundador, do Patrono do que recebe a Ordenação, ou algumas invocações mais adaptadas às circunstâncias. Os cantores começam as ladainhas; as invocações sobre os eleitos dizem-se no singular.

Terminado o canto das ladainhas, o Bispo de pé, e de braços abertos, diz: 
Pres.: Senhor nosso Deus, ouvi as nossas preces e acompanhai com a vossa graça o que por nosso ministério se vai realizar. Dignai-Vos abençoar e santificar este vosso servo, que julgamos dever apresentar para exercer as funções sagradas. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo. 
Todos: 
Amen. 

O ministro, se antes convidou a ajoelhar, diz: 
Levantai-vos. 
E todos se levantam

IMPOSIÇÃO DAS MÃOS E ORAÇÃO DE ORDENAÇÃO 

O eleito levanta-se e aproxima-se do Bispo, que está de pé, diante da sede, com a mitra, e ajoelha diante dele. O Bispo impõe as mãos sobre a cabeça do eleito, sem dizer nada. 

O eleito ajoelha-se diante do Bispo, e ele depõe a mitra, e de braços abertos diz a Oração de Ordenação: 
Pres.: Senhor, Pai santo, Deus eterno e omnipotente, atendei e estai connosco. Sois Vós que dais as graças, distribuís as ordens e organizais os ministérios. Deus imutável, renovais todas as coisas e com providência eterna as ordenais, por Jesus Cristo, vosso Filho, nosso Senhor, vossa palavra, vosso poder e sabedoria, e concedeis o que a cada tempo mais convém. Vós fazeis crescer e dilatar-se o Corpo de Cristo, a vossa Igreja, na variedade dos dons celestes e na diversidade dos seus membros, unida pelo Espírito Santo num Corpo admirável. É o novo templo que se edifica quando estabeleceis os três graus dos ministros sagrados para servirem ao vosso nome, como já na primeira Aliança escolhestes os filhos de Levi para o serviço do templo antigo. De igual modo, nos primórdios da Igreja, os Apóstolos do vosso Filho, guiados pelo Espírito Santo, escolheram sete homens de boa reputação, que os ajudassem no serviço quotidiano aos quais, pela oração e a imposição  das mãos, confiaram o cuidado dos pobres, a fim de eles próprios se poderem dedicar mais plenamente à oração e ao ministério da palavra. Olhai também agora, Senhor, com igual benevolência para este vosso servo, que humildemente dedicamos ao ministério do diaconado para servir ao vosso altar. Enviai sobre ele, Senhor, nós Vos pedimos, o Espírito Santo, que o fortaleça com os sete dons da vossa graça, a fim de exercer com fidelidade o seu ministério. Brilhem nele as virtudes evangélicas: a caridade verdadeira, a solicitude pelos doentes e pelos pobres, a autoridade modesta, a rectidão perfeita e a docilidade à disciplina espiritual. Resplandeçam em seus costumes os vossos mandamentos, para que o exemplo da sua vida suscite a imitação do povo santo. Animado pelo bom testemunho da consciência, permaneça em Cristo, firme e constante, de modo que, imitando na terra o vosso Filho, que não veio para ser servido mas para servir, com Ele mereça reinar nos céus. Ele que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo. 

Todos: 
Ass.: Amen. 
ENTREGA DO LIVRO DOS EVANGELHOS 

Terminada a Oração de Ordenação sentam-se todos. 

O Bispo recebe a mitra. 

O Ordenado levanta-se, e alguns diáconos ou outros ministros impõem-lhe a estola à maneira diaconal, e revestem-no com a dalmática. 

O Ordenado, revestido das vestes diaconais, aproxima-se do Bispo, que lhe entrega nas mãos, ajoelhado diante de si, o livro dos Evangelhos, dizendo: 
Pres.: Recebe o Evangelho de Cristo, que tens missão de proclamar. Crê o que lês, ensina o que crês e vive o que ensinas. 

Por fim, o Bispo dá o ósculo da paz ao Ordenado, dizendo: 
Pres.: A paz esteja contigo. 
O Ordenado responde: 
Diác.: E contigo também. 

O mesmo fazem todos ou ao menos alguns dos diáconos presentes. Entretanto, pode cantar-se uma antífona ou outro cântico do mesmo género.

CANTO

NÃO FOSTES VÓS QUE ME ESCOLHESTES, DIZ O SENHOR.
FUI EU QUE VOS ESCOLHI E VOS DESTINEI
PARA QUE DEIS FRUTO E O VOSSO FRUTO PERMANEÇA.

1. CANTAREI ETERNAMENTE AS MISERICÓRDIAS DO SENHOR
E PARA SEMPRE PROCLAMAREI A SUA FIDELIDADE.
VÓS DISSESTES: «A BONDADE ESTÁ ESTABELECIDA PARA SEMPRE»,
NO CÉU PERMANECE FIRME A VOSSA FIDELIDADE.

2. «CONCLUÍ UMA ALIANÇA COM O MEU ELEITO,
FIZ UM JURAMENTO A DAVID MEU SERVO:
CONSERVAREI A TUA DESCENDÊNCIA PARA SEMPRE,
ESTABELECEREI O TEU TRONO POR TODAS AS GERAÇÕES».

3. FELIZ DO POVO QUE SABE ACLAMAR-VOS
E CAMINHA, SENHOR, À LUZ DO VOSSO ROSTO.
TODOS OS DIAS ACLAMA O VOSSO NOME
E SE GLORIA COM A VOSSA JUSTIÇA.

A missa prossegue na forma do costume.

Diz-se o Símbolo, segundo as rubricas; omite-se a Oração Universal.

CREDO
18. Terminada a homilia, quando for prescrito, canta-se ou recita-se o símbolo ou profissão de fé.
Ass.: Creio em um só Deus, Pai todo-poderoso, Criador do céu e da terra, de todas as coisas visíveis e invisíveis. Creio em um só Senhor, Jesus Cristo, Filho Unigênito de Deus, nascido do Pai antes de todos os séculos: Deus de Deus, luz da luz, Deus verdadeiro de Deus verdadeiro, gerado, não criado, consubstancial ao Pai. Por ele todas as coisas foram feitas. E por nós, homens, e para nossa salvação, desceu dos céus
Às palavras seguintes, até e se fez homem, todos se inclinam:
e se encarnou pelo Espírito Santo, no seio da Virgem Maria, e se fez homem.
Também por nós foi crucificado sob Pôncio Pilatos; padeceu e foi sepultado. Ressuscitou ao terceiro dia, conforme as Escrituras, e subiu aos céus, onde está sentado à direita do Pai. E de novo há de vir, em sua glória, para julgar os vivos e os mortos; e o seu reino não terá fim. Creio no Espírito Santo, Senhor que dá a vida, e procede do Pai e do Filho; e com o Pai e o Filho é adorado e glorificado: ele que falou pelos profetas. Creio na Igreja, una, santa, católica e apostólica. Professo um só Batismo para a remissão dos pecados. E espero a ressurreição dos mortos e a vida do mundo que há de vir. Amém.

LITURGIA EUCARÍSTICA

PREPARAÇÃO DAS OFERENDAS

21. Inicia-se o canto da preparação das oferendas, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice, a pala e o Missal.

22. Convém que os fiéis nesta missa expressem sua participação trazendo uma oferenda, seja pão e vinho para a celebração da Eucaristia, seja outro donativo para auxílio da comunidade e dos pobres.

CANTO

AMOR TÃO GRANDE, PROFUNDO E SUBLIME
ESTE É O AMOR DO MEU CRIADOR 

NÃO HÁ NADA NO MUNDO, QUE POSSA IGUALAR-SE
AO TERNO AMOR DO MEU BOM JESUS.

DEUS DE AMOR
OH DEUS DE AMOR
TU ÉS O ÚNICO
O DEUS DE AMOR
NÃO HÁ OUTRO DEUS
FORA DE TI
FORA DE TI
PARA MIM
NÃO HÁ AMOR

SÓ ELE NOS AMA, NOS COMPREENDE E NOS GUARDA
DE TODOS OS MALES QUE EXISTEM AQUI
POR ISSO O ADORO, COM TODA A MINHA ALMA
PORQUE ME DEU O SENHOR DOCE CALMA.

23. O sacerdote, de pé junto ao altar, recebe a patena com o pão em suas mãos e, levantando-a um pouco sobre o altar, diz em silêncio:
Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo pão que recebemos de vossa bondade, fruto da terra e do trabalho humano, que agora vos apresentamos, e para nós se vai tornar pão da vida.
Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal.
Se o canto da preparação das oferendas não continuar, o sacerdote poderá recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:
Bendito seja Deus para sempre!

24. O diácono ou o sacerdote coloca vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio:
Pelo mistério desta água e deste vinho possamos participar da divindade do vosso Filho, que se dignou assumir a nossa humanidade.

25. Em seguida, o sacerdote recebe o cálice em suas mãos e, elevando-o um pouco sobre o altar, diz em silêncio:
Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho que recebemos de vossa bondade, fruto da videira e do trabalho humano, que agora vos apresentamos, e para nós se vai tornar vinho da salvação.
Coloca o cálice sobre o corporal.
Se o canto da preparação das oferendas não continuar, o sacerdote poderá recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:
Bendito seja Deus para sempre!

26. Em seguida o sacerdote, profundamente inclinado, reza em silêncio:
De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor, acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos agrade, Senhor, nosso Deus.

27. E, se for oportuno, incensa as oferendas, a cruz e o altar. Depois, o diácono ou outro ministro incensa o sacerdote e o povo.

28. Em seguida, o sacerdote, de pé ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:
Lavai-me, Senhor, de minhas faltar e purificai-me do meu pecado.

CONVITE À ORAÇÃO

29. Estando, depois, no meio do altar a voltado para o povo, o sacerdote estende e une as mãos e diz:
Pres.: Irmãos, ao oferecermos o sacrifício de toda a Igreja, oremos a Deus Pai todo-poderoso.
Ass.: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a santa Igreja.

26. Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote profere a oração sobre as oferendas.
Pres.: Aceitai benignamente, Senhor, as ofertas do vosso povo e dos vossos novos filhos, de modo que, renovados pela profissão da fé e pelo Batismo, mereçamos alcançar a bem-aventurança eterna. Por Cristo nosso Senhor.
Ass.: Amém.

PREFÁCIO DA PÁSCOA, I
(O mistério Pascal)

Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz ou canta:
Pres.: — O SENHOR ESTEJA CONVOSCO.
Ass.: — ELE ESTÁ NO MEIO DE NÓS.

Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:
Pres.: — CORAÇÕES AO ALTO.
Ass.: — O NOSSO CORAÇÃO ESTÁ EM DEUS.

O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
Pres.: — DEMOS GRAÇAS AO SENHOR, NOSSO DEUUS.
Ass.: — É NOSSO DEVER E NOSSA SALVAÇÃO.

O sacerdote, de braços abertos, continua o prefácio.
Pres.: Senhor, Pai santo, Deus eterno e omnipotente, é verdadeiramente nosso dever, é nossa salvação que sempre Vos louvemos, mas com maior solenidade neste dia, em que Cristo, nossa Páscoa, foi imolado. Ele é o Cordeiro de Deus que tirou o pecado do mundo: morrendo destruiu a morte e ressuscitando restaurou a vida. Por isso, na plenitude da alegria pascal, exultam os homens por toda a terra e, com os anjos e todos os coros celestes, proclamam a vossa glória, cantando numa só voz:

CANTO

SANTO, SANTO É O SENHOR,
SENHOR, DEUS DO UNIVERSO.
O CÉU E A TERRA PROCLAMAM 
A VOSSA GLÓRIA. 

O CÉU E A TERRA PROCLAMAM  A VOSSA GLÓRIA. 
HOSSANA NAS ALTURAS! 
BENDITO O QUE VEM, EM NOME DO SENHOR!
HOSSANA NAS ALTURAS! 

ORAÇÃO EUCARÍSTICA III

108. O sacerdote, de braços abertos, diz:
Vós, Senhor, sois verdadeiramente santo e todas as criaturas cantam os vossos louvores, porque dais a vida e santificais todas as coisas, por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho,  com o poder do Espírito Santo, e não cessais de reunir para Vós um povo, que, de um extremo ao outro da terra, vos ofereça uma oblação pura.

109. Junta as mãos e, estendendo-as sobre as oblatas, diz:
Reunidos na vossa presença, em comunhão com toda a Igreja, ao celebrarmos o dia santíssimo da ressurreição de nosso Senhor Jesus Cristo segundo a carne, humildemente Vos suplicamos, Senhor: santificai, pelo Espírito Santo, estes dons que Vos apresentamos, 
Junta as mãos e traça o sinal da cruz sobre o pão e sobre o cálice, dizendo:
para que se convertam no Corpo e + Sangue de nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho,
Junta as mãos.
Que nos mandou celebrar estes mistérios

110. Nas fórmulas que se seguem, as palavras do Senhor devem pronunciar-se  clara e distintamente, como o requer a natureza das mesmas palavras.
Na noite em que Ele ia ser entregue,
Toma o pão e, sustentando-o um pouco elevado sobre o altar, continua:
tomou o pão, dando graças Vos bendisse, partiu-o e deu-o aos seus discípulos, dizendo: 
Inclina-se um pouco.
Tomai, todos, e comei: isto é o meu Corpo, que será entregue por vós.
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a sobre a patena e genuflete em adoração.

111. Depois, continua:
De igual modo, no fim da Ceia,
Toma o cálice e, sustentando-o um pouco elevado sobre o altar, continua:
tomou o cálice, dando graças Vos bendisse e deu-o aos seus discípulos, dizendo:
Inclina-se um pouco.
Tomai, todos, e bebei: este é o cálice do meu Sangue, o Sangue da nova e eterna aliança, que será derramado por vós e por todos para remissão dos pecados. Fazei isto em memória de Mim.
Mostra ao povo o cálice, coloca-o sobre o corporal e genuflete em adoração.

Em seguida, diz:
Mistério da fé! 
O povo aclama, dizendo:
Anunciamos, Senhor, a vossa morte, proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus!
 
Em seguida, o sacerdote, de braços abertos, diz:
Celebrando agora, Senhor, o memorial da paixão redentora do vosso Filho, da sua admirável ressurreição e ascensão aos céus, e esperando a sua vinda gloriosa, nós Vos oferecemos, em ação de graças, este sacrifício vivo e santo. Olhai benignamente para a oblação da vossa Igreja: vede nela a vítima que nos reconciliou convosco e fazei que, alimentando-nos do Corpo e Sangue do vosso Filho,  cheios do seu Espírito Santo, sejamos em Cristo um só corpo e um só espírito.

Cc.1 ou Celebrante Principal:
O Espírito Santo faça de nós uma oferenda permanente, a fim de alcançarmos a herança eterna, em companhia dos vossos eleitos, com a Virgem santa Maria, Mãe de Deus, são José, seu esposo, os bem-aventurados apóstolos e gloriosos mártires, (santo N. santo do dia ou santo padroeiro) e todos os santos,  por cuja intercessão esperamos sempre o vosso auxílio.

Cc.2 ou Celebrante Principal:
Por este sacrifício de reconciliação, dai, Senhor, a salvação e a paz ao mundo inteiro; confirmai a vossa Igreja na fé e na caridade, ao longo da sua peregrinação na terra, com o vosso servo o Papa Gregório, o nosso Arcebispo Joaquim, todos os Bispos e este vosso servo, hoje ordenado diácono da Igreja,todos os ministros sagrados, e todo o povo por Vós redimido. Atendei benignamente às preces desta família, que Vos dignastes reunir na vossa presença. 
Em algumas celebrações podem fazer-se intercessões especiais.
Reconduzi a Vós, Pai de misericórdia, todos os vossos filhos dispersos.

Cc.3 ou Celebrante Principal:
Lembrai-Vos dos nossos irmãos defuntos e de todos os que morreram na vossa amizade.  Acolhei-os com bondade no vosso reino, onde também nós esperamos ser recebidos, para vivermos com eles eternamente na vossa glória, por nosso Senhor Jesus Cristo. 
Junta as mãos.
Por Ele concedeis ao mundo todos os bens.

114. Ergue a patena com a hóstia e o cálice, dizendo:
— POR CRISTO, COM CRISTO, E EM CRISTO,
— A VÓS, DEUS PAI TODO-PODEROSO, 
— NA UNIDADE DO ESPÍRITO SANTO, 
— TODA HONRA E TODA GLÓRIA, 
— POR TODOS OS SÉCULOS 
— DOS SÉCULOS.
A assembleia aclama: 
 AMÉN!
RITO DA COMUNHÃO

ORAÇÃO DO SENHOR

124. Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz, de mãos unidas:
Pres.: Num só coração e numa só alma, ousamos dizer como o Senhor nos ensinou:
Ass.: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia nos dai hoje; perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido; e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.

Pres.: Livrai-nos de todo o mal, Senhor, e dai ao mundo a paz em nossos dias, para que, ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e de toda a perturbação, enquanto esperamos a vinda gloriosa de Jesus Cristo nosso Salvador.
O sacerdote une as mãos.
O povo conclui a oração, aclamando:
Ass.: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre.

126. O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, que dissestes aos vossos apóstolos: Deixo-vos a paz, dou-vos a minha paz: não olheis aos nossos pecados, mas à fé da vossa Igreja, e dai-lhe a união e a paz, segundo a vossa vontade, 
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós que viveis e reinais pelos séculos dos séculos.
O povo responde:
Ass.: Amén.

127. O sacerdote, voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres.: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
O povo responde:
Ass.: O amor de Cristo nos uniu.

128. Em seguida, se for oportuno, o diácono ou o sacerdote diz:
Pres.: No Espírito de Cristo ressuscitado, saudai-vos com um gesto de paz.
E, todos, segundo o costume do lugar, manifestam uns aos outros a paz, a comunhão e a caridade; o sacerdote dá a paz ao diácono e aos outros ministros.

129. Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio:
Esta união do Corpo e Sangue de nosso Senhor Jesus Cristo, que vamos receber, nos sirva para a vida eterna.

130. Enquanto isso, canta-se ou recita-se:

CANTO

CORDEIRO DE DEUS, QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO, 
TENDE PIEDADE DE NÓS, SENHOR.
TENDE PIEDADE DE NÓS.

CORDEIRO DE DEUS, QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO, 
TENDE PIEDADE DE NÓS, SENHOR.
TENDE PIEDADE DE NÓS.

CORDEIRO DE DEUS, QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO, 
DAI-NOS A TUA PAZ, SENHOR.
DAI-NOS A TUA PAZ.
A PAZ, SENHOR.

Essas palavras podem ser repetidas ainda mais vezes, se a fração do pão se prolongar. Contudo, na última vez se diz: dai-nos a paz.

131. Em seguida, o sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:
Senhor Jesus Cristo, Filho de Deus vivo, que, por vontade do Pai e com o poder do Espírito Santo, destes a vida ao mundo pela vossa morte, livrai-me de todos os meus pecados e de todo o mal, por este vosso santíssimo Corpo e Sangue; conservai-me sempre fiel aos vossos mandamentos e não permitais que eu me separe de Vós.
Ou:
Senhor Jesus Cristo, Filho de Deus vivo, que, por vontade do Pai e com o poder do Espírito Santo, destes a vida ao mundo pela vossa morte, livrai-me de todos os meus pecados e de todo o mal, por este vosso santíssimo Corpo e Sangue; conservai-me sempre fiel aos vossos mandamentos e não permitais que eu me separe de Vós. 

132. O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia na mão e, elevando-a um pouco sobre a patena ou sobre o cálice, diz em voz alta, voltado para o povo:
Pres.: Felizes os convidados para o banquete nupcial do Cordeiro. Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
E acrescenta, com o povo, uma só vez:
Ass.: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.

COMUNHÃO

Antífona da comunhão
Disse Jesus a Tomé: Aproxima a tua mão e reconhece o lugar dos cravos. Não sejas incrédulo, mas fiel. Aleluia. (cf. Jo 20, 27)

133. O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:
O Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna.
E reverentemente comunga o Corpo de Cristo.

Depois, segura o cálice e reza em silêncio:
O Sangue de Cristo me guarde para a vida eterna.
E reverentemente comunga o Sangue de Cristo.

134. Em seguida, toma a patena ou o cibório, aproxima-se dos que vão comungar e mostra a hóstia um pouco elevada a cada um deles, dizendo:
O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
Amém.
E comunga.

O diácono ou o ministro extraordinário da distribuição da sagrada Comunhão, o distribuir a sagrada Comunhão, procede do mesmo modo.

135. Se houver Comunhão sob as duas espécies, observe-se o rito prescrito na Instrução Geral sobre o Missal Romano, n. 281-287.

136. Enquanto o sacerdote comunga o Corpo de Cristo, inicia-se o canto da Comunhão.

CANTO

EIS O PÃO DA VIDA, EIS O PÃO DOS CÉUS;
QUE ALIMENTA O HOMEM, EM MARCHA PARA DEUS.

1. UM GRANDE CONVITE O SENHOR NOS FEZ
E A IGREJA O REPETE POR SUA VEZ.
FELIZ QUEM OUVE E ALEGRE VEM,
TRAZENDO CONSIGO O AMOR QUE TEM.

2. UM DIA POR NÓS O SENHOR SE DEU:
DO SANGUE DA CRUZ, O AMOR NASCEU.
E AINDA HOJE ELE DÁ VIGOR
AO POBRE, AO FRACO, AO PECADOR.

3. SE O HOMEM DESEJA VIVER FELIZ
NÃO DEIXE DE OUVIR O QUE A IGREJA DIZ:
PROCURE SEMPRE SE APROXIMAR
DO DEUS FEITO PÃO PARA NOS SALVAR.

4. QUEM COME ESTE PÃO SEMPRE VIVERÁ,
POIS DEUS NOS CONVIDA A RESSUSCITAR.
OH! VINDE TODOS, COMEI TAMBÉM
O PÃO QUE ENCERRA O SUMO BEM.

137. Terminada a Comunhão, o sacerdote, o diácono ou  o acólito purifica a patena e o cálice.

Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:
Fazei, Senhor, que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que esta dádiva temporal se transforme para nós em remédio eterno.

138. Então o sacerdote pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar algum tempo de silêncio sagrado ou preferir um salmo ou outro cântico de louvor.

DEPOIS DA COMUNHÃO

139. Em seguida, junto ao altar ou à cadeira, o sacerdote, de pé, voltado para o povo, diz de mãos unidas:
Pres.: Oremos.
E todos, com o sacerdote, rezam algum tempo em silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida, o sacerdote abrindo os braços, profere a oração Depois da comunhão.
Pres.: Concedei, Deus todo-poderoso, que a força do sacramento pascal que recebemos permaneça sempre em nossas almas. Por Cristo nosso Senhor.
Ass.: Amém.


RITOS FINAIS

141. Se necessário, façam-se breves comunicações ao povo.

BENÇÃO SOLENE 

O sacerdote abrindo os braços, saúda o povo:
Pres: O Senhor esteja convosco.
O povo responde:
Ass: 
Ele está no meio de nós.
O sacerdote diz:
Inclinai-vos para receber a bênção.
 
Em seguida, o sacerdote, com as mãos estendidas sobre o povo, diz a oração:
Pres: Deus todo-poderoso vos abençoe nesta solenidade pascal e vos proteja contra todo pecado.
Ass: Amém.
 
Pres: Aquele que vos renova para a vida eterna, pela ressurreição do seu Filho, vos enriqueça com o dom da imortalidade.
Ass: Amém.
 
Pres:  E vós que, transcorridos os dias da paixão do Senhor, celebrais com júbilo a festa da Páscoa, possais chegar, pela graça de Deus, com o coração exultante, à festa das alegrias eternas.
Ass: Amém.
 
O sacerdote abençoa o povo, dizendo:
Pres: 
E a bênção de Deus todo-poderoso, Pai e Filho  e Espírito Santo, desça sobre vós e permaneça para sempre.
Ass: Amém.
 
56. À despedida, o diácono, ou o próprio sacerdote diz unindo as mãos:
A alegria do Senhor seja a vossa força; ide em paz, e o Senhor vos acompanhe, Aleluia, Aleluia.
O povo responde:
Ass: Graças a Deus, Aleluia, Aleluia!

CANTO

NÃO IMAGINAS O PODER
QUE TE DEIXARAM NA PALMA DA MÃO...

PASSO A PASSO, GRÃO A GRÃO
COMPLETAMOS ESTA CONSTRUÇÃO.
NÃO IMAGINAS O PODER,
QUE TE DEIXARAM NA PALMA DA MÃO.

RECOLHE A ÂNCORA, FAZ-TE AO MAR
RUMO AO NORTE TU VAIS NAVEGAR.
PORQUE HÁ ALGUÉM QUE ACREDITA
QUE TU TENS FORÇA PARA REMAR.

1. TENS UMA VIDA A CONSTRUIR,
UM NOVO REINO VAI SURGIR!
SE ANSEIAS UM MUNDO MELHOR,
JESUS É O TEU CONSTRUTOR!

2. VAMOS TODOS AJUDAR
PARA A MISSÃO CONTINUAR.
SEGUIREMOS TEUS PASSOS, SENHOR
COM A TUA FORÇA E O TEU AMOR!

3. TENS UM RUMO A TRAÇAR,
E UM SONHO A REALIZAR.
TU NÃO PODES NUNCA DESISTIR,
POIS CONTIGO ELE QUER IR.
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